sexta-feira, novembro 20

A Casa dos Santos (título modificado em 09.12.2009)


Os dois gostavam de café puro – sem açúcar ou adoçante. Daí já era meio caminho andado. Afinal, nos dias de hoje qualquer tipo de economia é bem vinda!
Mas o problema não era esse, já que nenhum reclamava do convívio. Aliás, quanto a isso, também eram unânimes: a relação era mais do que satisfatória!
O problema era a sogra.
Segundo a nora, a mocréia era muito intrometida. E, segundo a sogra, a vadia tinha virado a cabeça do filhinho.
Na verdade, nenhuma tinha razão: o rapaz é que era politicamente correto e acabava sem expressar suas opiniões, tanto para uma como para outra. Por isso, talvez, a calmaria da relação tanto com uma quanto com outra.
Mas o ser humano tem dessas mesmo. Não quer magoar ninguém e sem querer acaba comprando uma briga ainda maior sem perceber.
A gota d´água foi no último verão.
Alugaram uma casa no litoral e toda a família deveria se reunir por mais de um mês.
O iludido acreditou que as coisas finalmente iriam se acertar!
A mocréia sabia que nada poderia dar certo!
A vadia torceu que pelo menos o sol aparecesse para ela ficar moreninha!
A previsão do tempo, contudo, era de mau tempo... ao menos na casa dos Santos.

quinta-feira, novembro 12

Noite de Autógrafos


Da direita para a esquerda, eu e minhas colegas de Oficina Literária, Aline Bortolin e Carmen Lúcia Silveira.
Pictured by Marco Nedeff

sábado, novembro 7

Alethéa

Cada vez eu fico mais impressionada com essa minha amiga, cheia de facetas.
Parabéns!
Infelizmente não poderei ir, pois vou estar em pelotas.
Bj
Oi, Srª Escritora
Tomei conhecimento do teu conto, lá na Vó.
Achei-o muito bom, aliás, tem a tua cara!
Reto e direto!
Será um bom laboratório de personalidade.Ah, e não se esqueça dos autógrafos!
Beijos
Mamãe