
Cansei, mas não sem ter ao menos tentado, pois tentei;
Cansei, mas não sem ter ao menos extravasado, pois extravasei;
Cansei, mas não sem ter ao menos sentido, pois senti.
Ah e como senti!
Senti no fundo d’alma, pois foi assim que me entreguei.
Outros poderão dizer-se ainda preparados para o novo dia que surge por detrás das montanhas. Entre eles, eu não me incluo. E não por ser preguiçoso ou coisa que o valha,
mas porque ao olhar para trás percebo que a energia despendida realmente valeu a pena, e ao olhar para o futuro, já não o quero com aquela mesma gana de outrora.
Cansei.
É a tua vez de viver!
Texto publicado no Caderno de Literatura da Ajuris. Porto alegre, novembro de 2009. Ano XIII. n. 18.
Cansei, mas não sem ter ao menos extravasado, pois extravasei;
Cansei, mas não sem ter ao menos sentido, pois senti.
Ah e como senti!
Senti no fundo d’alma, pois foi assim que me entreguei.
Outros poderão dizer-se ainda preparados para o novo dia que surge por detrás das montanhas. Entre eles, eu não me incluo. E não por ser preguiçoso ou coisa que o valha,
mas porque ao olhar para trás percebo que a energia despendida realmente valeu a pena, e ao olhar para o futuro, já não o quero com aquela mesma gana de outrora.
Cansei.
É a tua vez de viver!
Texto publicado no Caderno de Literatura da Ajuris. Porto alegre, novembro de 2009. Ano XIII. n. 18.
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